Golpes fazem 30 vítimas no último trimestre

 Golpes fazem 30 vítimas no último trimestre

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O 37° Batalhão da Polícia Militar registrou trinta ocorrências de golpes desde outubro. Com exceção de um, que aconteceu na cidade de Ibiá, todos os outros fizeram vítimas em Araxá. Dentre esses, onze golpes foram aplicados através da internet, como sites de compras, link falso e aplicativos de mensagens clonados. No total, o falso anúncio de venda de veículos e pagamento com nota falsa foram os golpes mais aplicados, fazendo quatro vítimas cada um deles.

 

Além da internet, o telefone também se destaca como ferramenta utilizada pelos golpistas. Supostas chamadas de bancos solicitando dados da conta; falso sequestro; e, chamadas forjadas de familiares pedindo empréstimos fizeram cinco vítimas. Outros golpes envolvem bilhete premiado, troca de cartões, falso boleto, cheques de terceiros, utilização de dados de terceiro para efetivar compra e empréstimo pela internet. Os prejuízos financeiros dos golpes ultrapassam 33 mil reais. Das 14 vítimas com idades reveladas, 11 são idosos.

 

O caso mais recente em Araxá aconteceu na manhã de ontem, 21/01. Um homem acessou um suposto link da prefeitura e se registrou para fazer um curso gratuito. Durante o cadastro, forneceu diversos dados pessoais. A vítima só tomou ciência do golpe quando a sua esposa ligou na prefeitura para obter mais informações sobre o curso. Dados pessoais como os fornecidos podem ser usados para obter empréstimos, realizar compras, dentre outras formas de prejuízos financeiros.

 

De acordo com a Polícia Militar, doze golpes são classificados como mais comuns. Destes, nove tipos se enquadram nos golpes aplicados em Araxá no último trimestre. A orientação da PM é ficar atento às mensagens e informações suspeitas. Quando o conteúdo parecer muito bom, é melhor não arriscar. No caso de telefonemas envolvendo amigo ou familiar, a PM orienta a ligar e verificar se é realmente a pessoa que conhece antes de tomar qualquer atitude. Também é indicado evitar conversas com pessoas estranhas dentro ou fora do banco, além de nunca fornecer dados pessoais por telefone ou internet.

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